Meu peito, abarrotado de promessas, encheu os porões até às escotilhas.
Apertado, o coração saltou pra fora. Correu. Escapou.
Meu coração sumiu no mapa.
Pressinto o tonto que borboleteia o tudo a fora e vez ou outra esbarra ao redor de mim.
Débil insignificante, sofro amores não sei de quem. O doido vaga, insurgido por gosto.
Inábil, tatuei um, em vermelho, à guisa de marinheiro, na face de dentro do cais do meu peito, molhado de maré cheia, saudoso de embarcações...


1 comentários:
Muito gostoso (?) de se ler.
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