sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Pensando em FRaGmento IV

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"Passamos a vida tentando deter a morte.
Comendo, inventando, amando, rezando, brigando, matando.
Mas o que realmente sabemos sobre a morte?
Só que não tem volta...
Mas chega uma hora na vida, um momento
em que a mente subsiste aos desejos, às obsessões.
Quando os hábitos sobrevivem aos sonhos.
Talvez a morte seja uma dádiva.
Quem sabe?"
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(Fragmento retirado de um filme americano, meio duvidoso. Não vou colocar o nome do filme aqui. Na verdade, isso pouco importa. Quero somente dizer que isso dito por Kevin Space fica bem melhor do que escrito. E que se trata de um homem que vê em sua morte um sentido maior do que na sua existência)

2 comentários:

andre disse...

Menina!

Como admiro a capacidade que você tem de arrancar leite de pedra, achar agulhas no palheiro, ver o que não foi visto. É uma percepção muito boa, garota!
Eu sei que filme é esse! E, realmente, apesar do Space (que eu gosto muito)o filme deixa a desejar em muitos aspectos. Mas não vamos cobrar tanto deles, pois eles são só americanos. (rindo)
Este momento, exatamente, eu não me lembro. Mas ainda bem que você é você. E eu sou eu e o Kevim é o Kevim!
Aquela nossa conversa sobre a morte está aí, bem aí.
Me lembrou o texto da peça que você me mandou também e acho que não foi sem querer.
Gostei!
E o seu tio Polonês, quando vem?
Grande abraço, do amigo André.

Joice Marino disse...

É, no desespero da insônia e tendo a TV inútil ligada, acontece isso. A gente acha coisa onde não tem. (sorrindo e imitando suas rubricas)
Bom ver você por aqui, sempre.


Titio está logo ali em cima.

:O)